O Vinho do Porto é uma bebida licorosa produzida num método de fabrico que inclui a paragem da fermentação do mosto pela adição de aguardente vínica e processo de envelhecimento.
O vinho é sujeito a provas de controlo de qualidade, realizadas pelo Instituto do Vinho do Porto, um dos organismos que controla e defende o prestígio do Vinho do Porto, bem como a sua promoção mundial.
No início do comércio do Vinho do Porto, o mercado inglês era dos maiores consumidores do néctar. Com o passar dos anos outros se seguiram, como os holandeses, alemães e escoceses, e as principais marcas exportadas eram a Casa Ferreira, Ramos Pinto e a Real Companhia Velha. Além destas, os vinhos Cálem, Offley, Sanderman, Taylor’s, Fonseca encontram-se actualmente entre os mais exportados.



Vinhos tintos mas que apenas envelhecem dois a três anos nos balseiros passando depois para as pipas. Devido à elevada oxidação os Tawny perdem a cor inicial dos vinhos tintos, ganhando tons mais claros. Nesta categoria de Vinho do Porto inserem-se os Tawnies envelhecidos, que amadurecem dentro de cascos de carvalho durante mais tempo. Assim, existem os Tawny 10, 20, 30 ou 40 anos e quanto mais velhos forem, mais claros e licorosos se tornam. Os Tawnies envelhecidos são dos Vinhos do Porto mais caros.


Vinhos tintos que envelhecem em cubas, mas que conservam durante mais tempo as suas características iniciais. Os Vinhos do Porto Ruby caracterizam-se pela sua cor escura e sabor muito frutado. Neste tipo de vinhos, por ordem crescente de qualidade, inserem-se as categorias Ruby, Reserva, Late Bottled Vintage e Vintage. São vinhos em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mais ou menos intensa, e manter o aroma frutado e vigor dos vinhos jovens.





Feito a partir de uvas brancas, o Vinho do Porto Branco envelhece em grandes balseiros de madeira de carvalho. Definidos como vinhos jovens e frutados e são o único vinho de Porto que se categoriza quanto à sua doçura. Dividem-se em brancos secos, meios-secos e doces.
