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História

Até ao século XIX, o concelho era apenas designado por “Paiva”, cujo nome deriva do rio que o banha com o mesmo nome. A designação provém de tempos longínquos, tendo sido já encontrada num documento do ano 883. Só há cerca de um século passou a designar-se "Castelo de Paiva", sendo a acta mais provecta existente no Arquivo Municipal, datada de 1850. No entanto, só a 4 de Março de 1852 aparece o nome do concelho tal e qual hoje é denominado.

Castelo de Paiva gloria-se pelas vistas fascinantes que possui sobre o rio Douro, no entanto, o concelho é também atravessado pelo rio Paiva, que desagua no lugar do Castelo e que é excelente para a prática de desportos náuticos, além de oferecer magníficas praias fluviais.

Desde muito cedo que o território de Castelo de Paiva, possuidor de um excelente posicionamento geográfico, atraiu vários povos que passaram por terras lusas. Trata-se de um concelho rico em vestígios doutras eras, desde a pré-história até à data setecentista. Desde a ocupação pelos romanos comprovada pela existência da ermida de Vegide que, presume-se, tenha sido um dos templos desse povo, à ocupação por árabes, deixando marcas através dos vestígios do que teria sido um cemitério, como se pode comprovar pelas sepulturas cavadas em rochas, no monte Curvite. Mamoas, casas senhoriais, marmoiral, túmulos medievais e riquíssimos retábulos com belas imagens dos séculos XVI, XVII e XVIII, são outros dos exemplos da passagem de outros povos antigos por estas terras e que se revelam verdadeiros testemunhos históricos.

A preferência dos povos primitivos pelas terras paivenses deve-se à fertilidade do solo e pela abundante caça e pesca existente.

Caracterizado como um concelho montanhoso e tradicionalmente rural, foi no passado marcado pela exploração carbonífera das Minas do Pejão. Fruto de uma política municipal, orientada para a reconversão económica de Castelo de Paiva, foram surgindo novas e modernas unidades fabris, sobressaindo os investimentos nas áreas do calçado, madeiras, têxtil e mobiliário, metalomecânica e construção de roulotes e autocaravanas. Esta medida revelou-se numa forma de progresso, crescimento e desenvolvimento para a região, e ainda, de criação de mais emprego para a população paivense.

Conhecer o artesanato de Castelo de Paiva é também desembarcar no passado desta terra, e conhecer os hábitos, costumes e estilos de vida da sua população.

Ainda hoje, o fabrico de objectos artísticos em cobre consistem numa actividade de incontestável valor e que tem grande expressão no concelho, assim como, a manufactura de mantas, a confecção de peças em linho, a cestaria e as casas em miniatura construídas com pedaços de xisto e lousa.

Além do seu artesanato, da sua gastronomia e vinho, Castelo de Paiva tem para oferecer aos seus visitantes paisagens de inigualável beleza, aliadas a um património arquitectónico visível em vários locais do concelho.