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História

Leiria é o distrito líder no fabrico de moldes metálicos, tendo ainda um grande papel nas indústrias de extracção e transformação e na construção civil.

A indústria encontra-se concentrada, essencialmente, nos concelhos de Leiria, Pombal, Alcobaça, Marinha Grande e Caldas da Rainha. Além disso, os concelhos de Peniche e Nazaré são importantes portos de pesca.

Leiria é então o âmago de uma região que alia à agricultura e pecuária tradicionais, as indústrias de moldes, moagem, serração de madeiras e mármores, resinagem, cimentos, metais, cerâmica, plásticos, construção civil, comércio e turismo.

Com o desenrolar dos anos, o Ensino projectou também este distrito, através da criação de uma excelente rede escolar da pré-primária ao superior, com a instalação de vários pólos de Universidades privadas e seis Escolas Superiores do Instituto Politécnico de Leiria, nesta mesma cidade, nas Caldas da Rainha e em Peniche.

O distrito de Leiria tem 148 freguesias distribuídas pelos seus 16 concelhos.

A cidade leiriense dista 146 quilómetros de Lisboa e 72 quilómetros de Coimbra, sendo a sua localização um dos factores principais que facultam o seu crescimento e desenvolvimento. Além disso, a cidade de Leiria é servida por um relevante conjunto de infra-estruturas rodoviárias.

O Castelo de Leiria continua a ser o ex-libris e símbolo emblemático da terra. No interior das suas imponentes muralhas permanecem as memórias e vestígios das diversas fases de ocupação, ou seja, desde fortaleza militar a palácio real.

Porém, junto às margens do rio Lis, a ocupação humana é bastante anterior à época da Idade Média.

Do diverso e curioso espólio arqueológico desta região sobressai a descoberta de artefactos feitos em pedra lascada, datados dos períodos Paleolítico Inferior e Médio. Mas a descoberta mais significativa, um sepulcro com 25 mil anos, foi encontrada num vale encantado que caracteriza a magnificência natural da região. Esse achado foi denominado por “O Menino do Lapedo”, visto tratar-se de uma criança com cerca de quatro anos. Desde essa altura, que esta região nunca mais deixou de ser povoada e a testemunha-lo estão os indícios arqueológicos, desde as primeiras épocas de sedentarização do homem, em que aparece a cerâmica, passando pela vulgarização do uso dos metais até à intensa romanização, culminando com a ocupação persistente e definitiva do morro do Castelo durante a Idade Média.

Ao longo dos tempos, a cidade de Leiria foi crescendo entre o Castelo e o Rio Lis. A sua fundação medieval surge no movimento da Reconquista Cristã aos muçulmanos. Movimento esse, que teve como principal promotor o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Foi na primeira metade do século XII, justamente nas diligências das conquistas territoriais para a fundação do reinado de Portugal, que D. Afonso Henriques ordenou a construção do Castelo de Leiria. Este foi, sem dúvida, o primeiro passo para o activo povoamento da região de Leiria. E, com o aumento da população, a então vila de Leiria, viria a expandir-se para fora das muralhas do Castelo. Em 1545, Leiria era elevada ao estatuto de Cidade e também, passava a ser Diocese.

De referir que foi no reinado de D. Dinis, de cognome “Lavrador”, que surgiu o tão afamado Pinhal de Leiria. O mesmo monarca ordenou que a secagem de pântanos nas margens do Lis para fins agrícolas, o que deu origem ao produtivo vale que se estende desde Leiria até à sua foz.

Localizada no centro litoral do país, a região de Leiria reúne um conjunto de recursos naturais que consolidam a dinâmica económica ainda hoje evidente. Desde a época dos Descobrimentos Portugueses (Séculos XV / XVI) em que as madeiras do Pinhal de Leiria foram determinantes para a construção naval, passando pelas indústrias vidreiras (Séculos XVIII / XX) até à diversidade industrial contemporânea.