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Património

m|i|mo - Museu da Imagem em Movimento

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O m|i|mo - museu da imagem em movimento foi criado em 1996 e tem como objectivo a recolha, defesa, conservação e inventariação de objectos e técnicas relacionadas com as imagens em movimento, dando condições para a pesquisa e estudo nessa área. Aqui se integra e desenvolve a estrutura e exposição de colecções, a organização de actividades e a publicação de documentos, impulsionando a fruição dos recursos de uma forma lúdica e criativa, trabalhando com o público na construção de conhecimentos sobre cinema e fotografia.
O m|i|mo pretende ser mais que um museu, isto é, um local que tem como objectivo preservar factos de uma memória do passado. Este espaço pretende ser também um local onde se desenvolvam novas soluções e experimentam novos caminhos, com recursos aos meios historicamente desenvolvidos pela sociedade e (re)criando outros.
Pretende-se que o m|i|mo seja um lugar de encontro entre o passado e o futuro, um fórum de discussão e uma plataforma para a produção de cultura e experimentação, aberta à comunidade.
As instalações do m|i|mo localizam-se dentro da antiga cerca medieval, junto à Igreja de S. Pedro.

Chafariz das Cinco Bicas

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O Chafariz das Cinco Bicas localiza-se na freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, na cidade das Caldas da Rainha. Este chafariz foi construído em 1748, o último dos três erigidos na altura nesta cidade. O Chafariz das Cinco Bicas destaca-se por ser o mais imponente dos três edificados, quer pelas dimensões quer pelo aparato das bacias de onde a água escorre em cascata. Os outros dois chafarizes apresentavam apenas uma bica cada um. O Chafariz das Cinco Bicas foi restaurado em 1908, encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Instituto Português do Património Arquitectónico desde 1982.

Moinho do Papel

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Na margem esquerda do rio Lis encontra-se situado o Moinho do Papel que data do século XIII.
Trata-se de um espaço museológico que está relacionado com a aprendizagem de artes e ofícios tradicionais relacionados com o papel e o cereal. A sua recuperação provém de um projecto de reabilitação levado a cabo por uma equipa multidisciplinar, com a finalidade de preservar a memória de artes e ofícios tradicionais inerentes a este património sociocultural, designadamente, a moagem do cereal (milho, trigo e centeio), o fabrico do azeite e a produção do papel.
O Moinho ficou assim conhecido por ter sido o primeiro edifício onde funcionou a primeira fábrica de papel conhecida em território nacional e, provavelmente, em todo o território Ibérico.
A recuperação e activação deste edifício permitiu preservar momentos relacionados com a arqueologia industrial, bem como recuperar técnicas e métodos tradicionais utilizados no decorrer destes processos através de actividades de carácter didáctico-cultural.

Museu da Comunidade Concelhia da Batalha

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Situado no coração da Vila, o Museu da Comunidade Concelhia da Batalha é um espaço cultural apelativo que ilustra a história deste território através de uma interessante e dinâmica viagem que percorre o Passado, vive o Presente e pretende projectar o Futuro. Os visitantes têm ainda acesso a painéis explicativos com forte componente pedagógica, assentes na simplicidade e na atractividade.
O Museu da Comunidade Concelhia da Batalha assume-se como um centro de cultura vivo, reunindo as funções de investigação, conservação e valorização de um património cultural, representando o modo de vida das gentes locais.
Retrata a vida deste território, desde as suas origens geológicas, paleontológicas e arqueológicas, percorrendo os principais acontecimentos históricos e artísticos até à actualidade.

Agromuseu Municipal Dona Julinha

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O Agromuseu Municipal Dona Julinha, localizado na Ortigosa, resulta da intervenção museológica levada a cabo pela autarquia nas instalações da antiga “Casa Agrícola Pereira Alves de Matos Carreira”, tendo como objectivo principal garantir a preservação de espaços e memórias, tornando acessível à comunidade este importante património rural. Pretende-se ainda retratar o quotidiano de uma casa agrícola típica de Leiria do século XIX, ligada à produção vitivinícola, cerealífera e do azeite.

Vale do Lapedo

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O Vale do Lapedo localiza-se na freguesia de Santa Eufémia. Local de grande interesse natural e cultural, localizado numa região maioritariamente rural. As características naturais facilitaram a preservação da paisagem, pouco humanizada, até aos nossos dias. No interior do estreito vale existem apenas três casas associadas a antigas estruturas de moinhos de cereais e lagares.
A paisagem evidencia-se pelas magníficas características naturais, destacando-se o vale em forma de “canhão” que rasga o maciço calcário, um dos maiores e mais interessantes de Portugal.

Teatro José Lúcio da Silva

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O lançamento da primeira pedra para a construção de um teatro em Leiria ocorreu em 1878. Surgiu assim o Teatro D.ª Maria Pia, mas teatro só de nome, pois o que o público pedia era cinema.
A difícil situação financeira do teatro e as necessidades físicas do próprio edifício, começam a pôr em causa a continuação cultural do mesmo. Com o aparecimento de uma nova administração esta situação muda de rumo. Na altura em que a II Guerra Mundial inicia, começa a germinar a ideia da construção de um novo teatro e, assim, o palco do D.ª Maria acolheu o seu último espectáculo em Janeiro de 1958.
A projecção de filmes passou a efectuar-se num barracão adquirido no Montijo. Até que, em 1963, José Lúcio da Silva entra em cena e manifesta o desejo de construir um teatro para a cidade.
O lançamento da primeira pedra ocorreu em Julho de 1964 e, 18 meses depois, a obra ficaria concluída.
O teatro foi inaugurado a 15 de Janeiro de 1966. Neste dia, um sábado, com a presença do almirante Américo Thomaz.
No dia da inauguração duas peças subiram ao palco do Teatro José Lúcio da Silva. Já a apresentação do primeiro espectáculo de cinema ocorreu no dia seguinte. Desde então, a actividade do Teatro José Lúcio da Silva tem decorrido de forma ininterrupta, com maior incidência na projecção cinematográfica.
Ao longo dos anos, este espaço foi sofrendo algumas remodelações e, em Setembro de 2005, encerrou as suas portas para dar lugar às obras de vulto para modernização do espaço e equipamentos.

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