Refive: de Famalicão para Espanha em março de 2018

Chama-se Refive, é uma nova marca de moda de Vila Nova de Famalicão que pretende conquistar o mercado nacional e ganhar escala a nível internacional. Os mentores do projeto têm delineado que, em março de 2018 a marca entrará em Espanha.
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Há uma nova marca de moda famalicense que pretende conquistar o mercado nacional e ganhar escala para depois se aventurar internacionalmente. Na etiqueta tem inscrito o nome Refive

Por detrás desta marca "casual chic", para homem e mulher, estão pessoas que conhecem bem a indústria têxtil e do vestuário e o mercado da moda.

Rui Silva, ex-administrador do grupo Ricon na sua fase áurea, é o CEO da Refive – Distribuição de Moda, empresa nascida há um ano na freguesia de Calendário. E tem um apoio de peso: o seu pai, Américo Silva, ex-fundador da Ricon, em 1973, é o business strategy consultant e aporta à Refive anos de conhecimento acumulado na área da produção de moda. 

Refive conta já com onze colaboradores e está presente em 75 pontos de venda em Portugal continental e ilhas. Prevê para março de 2018 o início da internacionalização, com a entrada em Espanha.

A nova marca de moda foi alvo de uma visita do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, esta segunda-feira, no âmbito do Roteiro Famalicão Made IN.

"A nossa ambição de ultrapassar fronteiras é clara, fundamental para conseguirmos ganhar dimensão, mas ao mesmo tempo muito pensada e ponderada. Espanha é um prolongamento natural de Portugal e depois avançaremos para França”, transmitiu Rui Silva ao presidente da Câmara de Famalicão.

A REFIVE, que Rui Silva define como "uma marca de ‘casual wear’ com um ‘twist’ de sofisticação revivalista, que combina design, tendências de moda e qualidade superior com preços médios”, subcontrata toda a produção a empresas portuguesas e, mais precisamente, de Vila Nova de Famalicão.

E também para 2018 aponta a abertura das primeiras lojas próprias, para vestir os portugueses "da cabeça aos pés”. "Sendo uma marca nova, num mercado altamente competitivo, havia aqui alguns pontos de interrogação que era importante ultrapassar”, referiu o diretor financeiro, Pedro Pinho. "Em Portugal, no que toca a pontos de venda, estaremos a 85 por cento, 90 por cento da capacidade limite, não em volume de vendas – havemos de lá chegar –, mas em número de clientes”, acrescentou.

"Estou certo que terá um longo futuro”, afiançou Paulo Cunha, sustentando-se na "qualidade do produto, no know-how e na experiência” de quem gere a marca. Deixando "votos de sucesso”, o presidente da Câmara vê na REVIVE "mais um dos bons motivos para Famalicão continuar a assumir-se preponderante no sector têxtil a nível nacional”.



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