ComparaJá.pt lança comparador de Depósitos a Prazo

O ComparaJá.pt acaba de lançar o primeiro comparador de depósitos a prazo do mercado português. Através de filtros como o prazo, a taxa de juro ou o mínimo de subscrição, os utilizadores podem personalizar os resultados de acordo com as suas preferências e, após identificarem a melhor oferta para o seu perfil, aderir de imediato num processo rápido e totalmente online.
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O comparador, de uso gratuito em https://www.comparaja.pt/depositos-a-prazo, para além de facilitar o acesso a informação detalhada sobre as condições de cada produto, permite simular o retorno dos diferentes depósitos a prazo de acordo com o montante de subscrição e de reforço mensal (caso aplicável) pretendidos. 

 “Decidimos alargar a nossa atividade à área da Poupança através dos depósitos a prazo por termos identificado uma lacuna no mercado. Até agora os portugueses não dispunham de um portal que agregasse e facilitasse a subscrição das muitas ofertas neste âmbito, pelo que estamos confiantes de que será uma aposta muito bem-recebida pelos consumidores, afirmando-nos como a referência em Portugal na comparação e adesão a produtos bancários online”, afirma Sérgio Pereira, diretor geral do ComparaJá.pt.

Este portal independente já disponibilizava a comparação gratuita de produtos de crédito – crédito pessoal, cartões de crédito e crédito à habitação - e de pacotes de telecomunicações, permitindo também a sua adesão imediata. Com a inclusão dos depósitos a prazo no portefólio, o fundador do ComparaJá.pt revela que “o objetivo será ultrapassar os três milhões de utilizadores dos nossos comparadores até ao final do ano”

Sérgio Pereira adianta ainda que “Em breve esperamos alargar a oferta do ComparaJá.pt outros produtos relacionados, como os depósitos a prazo indexados e em moeda estrangeira, para além das contas-poupança e dos PPR”

Portugueses vão desperdiçar mais de 150 milhões de euros em juros em 2018

Desde 2015 que montante que as famílias portuguesas têm em depósitos à ordem tem crescido, registando os depósitos a prazo uma tendência inversa, conforme comprovam os dados da PORDATA. No entanto, apesar do decréscimo, os valores continuam bastante mais elevados do que nos anos anteriores à crise, sendo ainda um produto de referência para os consumidores do nosso país.

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